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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Resenha| O DOM - Segundo livro da Série Bruxos e Bruxas


Confesso que tive dificuldades em prosseguir com a leitura do segundo livro da série BRUXOS E BRUXOS. Mas aproveitei esse Carnaval e finalmente consegui terminar.

            Se você ainda não viu minha resenha sobre BRUXOS E BRUXAS da uma olhadinha aqui no blog uma conferida.
Nessa nova aventura dos irmãos Whit e Wisty continuam lutando contra O Único Que É o Único e seu regime da Nova Ordem. Agora além de combater a Nova Ordem eles terão que liderar a resistência. Veremos também o desfecho da sentença de morte dos irmãos e muitas outras aventuras. É nesse livro que a tal “profecia” será explicada um pouco mais.
A quantidade de páginas é a mesma e continua sendo excelente pra quem gosta de leituras rápidas, com seus muitos capítulos curtinhos.

A história continua sendo narrada pelos próprios irmãos, de forma intercalada, porém dessa vez o autor põem um discurso indireto mais vezes. Fica mais fácil agora saber qual dos irmãos está narrando o capítulo, por que o livro é praticamente todo narrado pela Wisty...

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

White Oscar: Negros só ganham prêmio quando estão em papéis submissos?


Em 2015 se repete o que desde 2011 não tinha acontecido no Oscar...

Os 20 indicados nas categorias de atuação são todos... BRANCOS!!!

Tal fato deixou muitos revoltados, como o caso do ator David Oyelowo (Martin Luther King Jr. Em Selma) que em entrevista coletiva no Festival de Cinema de Santa Barbara criticou as indicações:
“Nós, negros, geralmente somos premiados quando interpretamos papéis submissos, e não quando vivemos líderes, ou reis, ou o centro da nossa própria narrativa”.
Oyelowo continuou sua crítica à indústria cinematográfica, dizendo que, geralmente, as histórias dos negros em filmes são contadas sob a ótica de protagonistas brancos.
“Chegamos ao ponto em que não há surpresas sobre a ideia de quem os negros são. Nós fomos escravos, fomos empregados, fomos criminosos, fomos todo tipo de coisas. Mas também fomos líderes, reis e pessoas que mudaram o mundo.”

Apesar da brilhante atuação de Oyelowo, que não lhe rendeu uma indicação nas categorias de atuação, o longa foi indicado a duas estatuetas no Oscar, de melhor filme e canção original.